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	<title>gabrielduran15, autor em Oncologia Brasília</title>
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	<description>Oncologia Brasília</description>
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	<title>gabrielduran15, autor em Oncologia Brasília</title>
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		<title>Anvisa aprova nova indicação de enzalutamida para o tratamento de câncer de próstata sensível à castração metastático</title>
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		<dc:creator><![CDATA[gabrielduran15]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 13:09:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resultado final do Estudo PROSPER mostra que a enzalutamida aumenta significativamente a sobrevida global em homens com câncer de próstata resistente à castração não metastático [...]</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://oncologiabrasilia.com.br/anvisa-aprova-nova-indicacao-de-enzalutamida-para-o-tratamento-de-cancer-de-prostata-sensivel-a-castracao-metastatico/">Anvisa aprova nova indicação de enzalutamida para o tratamento de câncer de próstata sensível à castração metastático</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://oncologiabrasilia.com.br">Oncologia Brasília</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Resultado final do Estudo PROSPER mostra que a enzalutamida aumenta significativamente a sobrevida global em homens com câncer de próstata resistente à castração não metastático<br />
Os avanços recentes no tratamento do câncer de próstata resistente à castração não metastático (CPRCnm) representam um significativo progresso na oncologia, com destaque para os resultados finais da análise de sobrevida global (SG) do estudo PROSPER. Realizado pela Pfizer Inc. e Astellas Pharma Inc., este estudo de fase 3 teve como foco a eficácia da enzalutamida, administrada em conjunto com a terapia de privação de andrógenos (TPA), comparativamente ao placebo mais TPA. Publicados no New England Journal of Medicine e apresentados durante o Congresso Anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica de 2020 (ASCO), os dados revelam um marco importante na luta contra esta forma de câncer.</p>
<p>A análise evidenciou que a combinação de enzalutamida mais TPA levou a uma redução de 27% no risco de morte em comparação com o grupo que recebeu placebo mais TPA (hazard ratio [HR] = 0,73; intervalo de confiança de 95% [IC]: 0,61-0,89; p = 0,001). Além disso, a sobrevida global mediana alcançou os 67,0 meses para o grupo tratado com enzalutamida, superior aos 56,3 meses observados no grupo placebo. Estes resultados sublinham a importância da SG como um desfecho crucial na avaliação de novas terapias para o câncer de próstata.</p>
<p>O estudo PROSPER já havia atingido seu objetivo primário de sobrevida livre de metástase (SLM), demonstrando uma significativa redução no risco de progressão para metástase ou morte com a administração de enzalutamida mais TPA em comparação com TPA isolado. A SLM foi definida como o período desde o início do estudo até a detecção radiográfica de metástases ou morte, dentro de 112 dias após o término do tratamento.</p>
<p>A consistência do perfil de segurança de enzalutamida observada nesta análise final de SG é coerente com os dados previamente publicados e o perfil bem estabelecido do medicamento em estudos anteriores. Os eventos adversos mais comuns foram fadiga e eventos musculoesqueléticos, com incidência ajustada para exposição similar entre os grupos de tratamento e placebo.</p>
<p>O CPRCnm é caracterizado pela progressão do câncer de próstata durante ou após a terapia de privação de andrógenos, sem evidências radiográficas de metástase. Esta condição representa um estágio crítico da doença, onde o manejo terapêutico eficaz pode significativamente retardar a progressão para o estágio metastático, impactando diretamente na qualidade de vida e sobrevida dos pacientes.</p>
<p>O estudo PROSPER, um ensaio clínico multinacional, randomizado, duplo-cego, controlado por placebo, envolveu 1.401 pacientes em diversos centros de pesquisa ao redor do mundo. Este estudo avaliou a eficácia de enzalutamida em pacientes com CPRCnm que mostraram progressão da doença baseada em níveis ascendentes de PSA, apesar da terapia de privação de andrógenos, sem sintomas ou evidência de doença metastática anterior ou presente.</p>
<p>Os resultados do PROSPER reforçam o potencial terapêutico da enzalutamida, não apenas na redução do risco de progressão para metástase, mas também na melhoria significativa da sobrevida global dos pacientes com CPRCnm. Estes avanços representam uma contribuição valiosa para o arsenal terapêutico disponível no combate ao câncer de próstata, oferecendo esperança e novas possibilidades de tratamento para pacientes e profissionais de saúde envolvidos em seu cuidado.</p>
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		<title>Estudo Revela Benefícios Significativos da Enzalutamida no Tratamento do Câncer de Próstata Metastático Sensível a Hormônios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[gabrielduran15]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 13:09:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A recente análise do estudo ENZAMET, conduzido internacionalmente em 83 locais incluindo clínicas, hospitais e centros universitários em países como Austrália, Canadá, Irlanda, Nova Zelândia, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A recente análise do estudo ENZAMET, conduzido internacionalmente em 83 locais incluindo clínicas, hospitais e centros universitários em países como Austrália, Canadá, Irlanda, Nova Zelândia, Reino Unido e EUA, trouxe insights valiosos sobre o tratamento do adenocarcinoma de próstata metastático sensível a hormônios. Esta análise primária de sobrevida global, registrada nos principais repositórios de ensaios clínicos como ClinicalTrials.gov (NCT02446405), ANZCTR (ACTRN12614000110684) e EudraCT (2014-003190-42), foi designada para avaliar o benefício da adição de enzalutamida ao tratamento padrão em diferentes subgrupos prognósticos, bem como em pacientes que receberam docetaxel concomitantemente.</p>
<p>O estudo adotou um desenho aberto, randomizado, de fase 3, onde participantes elegíveis — homens com 18 anos ou mais diagnosticados com adenocarcinoma de próstata metastático evidenciado por tomografia computadorizada ou cintilografia óssea e com uma pontuação de status de desempenho do Eastern Cooperative Oncology Group de 0–2 — foram aleatoriamente designados para receber supressão de testosterona mais enzalutamida oral (160 mg uma vez por dia) ou um antiandrogênio não esteróide padrão (bicalutamida, nilutamida ou flutamida). O estudo permitiu a supressão de testosterona até 12 semanas antes da randomização e até 24 meses como terapia adjuvante, e o uso concomitante de docetaxel foi facultativo, baseando-se na decisão dos participantes e dos médicos.</p>
<p>Após um acompanhamento mediano de 68 meses, a sobrevida global mediana não foi alcançada, demonstrando um hazard ratio de 0,70 (IC 95% 0,58–0,84; p&lt;0,0001), com uma sobrevida global em 5 anos de 57% no grupo controle e 67% no grupo enzalutamida. Esses resultados sinalizam uma melhoria significativa na sobrevida global dos pacientes tratados com enzalutamida, independentemente do volume da doença ou do uso concomitante de docetaxel.</p>
<p>Notavelmente, os benefícios de sobrevida global com enzalutamida foram consistentes em todos os subgrupos prognósticos predefinidos, reforçando o potencial da enzalutamida como uma opção terapêutica valiosa para pacientes com câncer de próstata metastático sensível a hormônios. Os eventos adversos de grau 3-4 mais comuns observados incluíram neutropenia febril associada ao uso de docetaxel, fadiga e hipertensão, com uma incidência notável de comprometimento da memória relatada no grupo tratado com enzalutamida.</p>
<p>Esta análise do estudo ENZAMET destaca a importância da enzalutamida como adição ao tratamento padrão para pacientes com câncer de próstata metastático sensível a hormônios, oferecendo uma melhoria sustentada na sobrevida global. Assim, a enzalutamida deve ser considerada uma opção de tratamento preferencial para pacientes elegíveis, tendo em vista os benefícios significativos de sobrevida global e o perfil de segurança gerenciável.</p>
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		<item>
		<title>Dr. Helio Borges &#8211; Análise de subgrupos do estudo CASPIAN na primeira linha do CPPC-EE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[gabrielduran15]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2022 18:25:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dr. Helio Borges, oncologista clínico, comenta sobre a análise de subgrupos do estudo clínico CASPIAN, na atualização da ESMO 2022, no tratamento de primeira linha [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dr. Helio Borges, oncologista clínico, comenta sobre a análise de subgrupos do estudo clínico CASPIAN, na atualização da ESMO 2022, no tratamento de primeira linha do Câncer de Pulmão de Pequenas Células com doença extensa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CASPIAN é um estudo de fase 3, aberto, randomizado e controlado. Os pacientes elegíveis tinham 18 anos ou mais, câncer de pulmão de células pequenas em estágio extensivo (CPPC-EE), PS 0 ou 1, ausência tratamento prévio. O estudo demonstrou benefício da combinação de Durvalumabe + Platina-Etoposide na primeira linha do CPPC-EE. A combinação melhorou significativamente a sobrevida global versus EP isolado.</p>
<p>Atualizações da ESMO 2022 de 39,4 meses de <em>follow up</em> do estudo CASPIAN com 17,6% dos pacientes vivos mudam o paradigma do câncer de pulmão de pequenas células.</p>
<p>Em uma análise exploratória do estudo CASPIAN foram demonstrados resultados consistentes, independentemente do subgrupo avaliado. Sobrevida global e segurança foram avaliados em subgrupos por idade (&lt;70 ou ≥70 anos) e subgrupos de platina planejados e o benefício da SG foi mantido ao longo do tempo em ambos os subgrupos.</p>
<p>Pacientes que receberam Cisplatina de indução tiveram um benefício adicional em análise de subgrupo com 20% dos pacientes permanecendo vivos após 3 anos de acompanhamento.</p>
<p>Esses achados suportam o uso de Durvalumabe + EP como um tratamento seguro e eficaz na primeira linha para pacientes com CPPC-EE, independentemente da idade ou do agente de platina.</p>
<p>Dr Helio Borges conclui que esses dados consolidam a eficácia e a segurança de Durvalumabe em um cenário de mundo real em CPPC-EE, refletindo a prática clínica do Oncologista.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1530P – Niels Reinmuth et al. Durvalumab (D) + platinum-etoposide (EP) in first-line extensive-stage SCLC (ES SCLC): Effect of age and platinum agent on outcomes in CASPIAN. Annals of Oncology (2022) 33 (suppl_7): S701-S712. 10.1016/annonc/annonc1074. ESMO Annual World Congress – ESMO 2022.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jonathan W. Goldman, et al. Durvalumab, with or without tremelimumab, plus platinum–etoposide versus platinum–etoposide alone in first-line treatment of extensive-stage small-cell lung cancer (CASPIAN): updated results from a randomised, controlled, open-label, phase 3 trial. The Lancet Oncology, v. 22, n. 1, p. 51-65, 2021.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dra. Janaína Jabur &#8211; Dados de mundo real do tratamento com Durvalumabe na primeira linha do câncer de pulmão de células pequenas estágio extensivo</title>
		<link>https://oncologiabrasilia.com.br/dados-de-mundo-real-do-tratamento-com-durvalumabe-na-primeira-linha-do-cancer-de-pulmao-de-celulas-pequenas-estagio-extensivo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[gabrielduran15]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2022 17:47:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dra. Janaína Jabur, oncologista clínica, comenta sobre os dados do estudo CANTABRICO. Os dados foram apresentados no Congresso ESMO 2022, e fortalecem a adição de durvalumabe [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dra. Janaína Jabur, oncologista clínica, comenta sobre os dados do estudo CANTABRICO. Os dados foram apresentados no Congresso ESMO 2022, e fortalecem a adição de durvalumabe ao tratamento padrão com platina-etoposídeo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CANTABRICO é um estudo espanhol, multicêntrico, fase 3b, de braço único, apresentado durante o congresso ESMO 2022, cujo objetivo foi avaliar o uso do anticorpo monoclonal anti-PD-L1 durvalumabe em combinação com o esquema de etoposide/platina (EP) no tratamento de primeira linha de pacientes com câncer de pulmão de pequenas células (CPPC).</p>
<p>Foram incluídos 101 pacientes, os quais receberam durvalumab, cisplatina ou carboplatina e etoposide por 4 a 6 ciclos, a cada 3 semanas, seguido por manutenção com durvalumabe isolado, a cada 4 semanas, até progressão de doença. O endpoint primário do estudo foi segurança da combinação e os endpoints secundários foram sobrevida livre de progressão (SLP), sobrevida global (SG), tolerabilidade, qualidade de vida, dentre outros.</p>
<p>O estudo demonstrou que a combinação de durvalumabe ao regime EP foi bem tolerada. Oitenta e cinco porcento dos pacientes completaram pelo menos 4 ciclos do tratamento. Aproximadamente metade dos pacientes tiveram atraso na administração de EP e 25% necessitaram redução de dose. A principal razão para atraso ou redução das doses de EP foi toxicidade hematológica. Durvalumabe foi interrompido em 5 pacientes devido a efeitos imunomediados e 7 pacientes descontinuaram EP devido a eventos adversos, porém após terem recebido pelo menos 5 ciclos.</p>
<p>Como conclusões, o estudo demonstrou que o aumento do número de ciclos de EP não gerou efeitos deletérios aos pacientes, já que mais de 40% deles receberam quatro ciclos ou mais e apenas 1 paciente descontinuou o tratamento após o ciclo 5 devido a toxicidade. O evento adverso que mais comumente levou à modificação do tratamento foi hematológico, devido à quimioterapia citotóxica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dolores Isla et al. 1532P – <strong>Phase IIIb study of durvalumab plus platinum-etoposide in first-line treatment of extensive-stage small cell lung cancer (CANTABRICO): Preliminary efficacy results.</strong> Annals of Oncology (2022) 33 (suppl_7): S701-S712. 10.1016/annonc/annonc1074.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dr Marcelo Uchoa &#8211; ADAURA: resultados atualizados de osimertinibe adjuvante no CPCNP estágio IB-IIIA EGFRm ressecado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[gabrielduran15]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2022 17:44:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O oncologista Dr Marcelo Uchoa comenta os resultados atualizados de osirmetinibe adjuvante no CPCNP IB – IIIA com mutação EGFR após ressecção tumoral completa e [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O oncologista Dr Marcelo Uchoa comenta os resultados atualizados de osirmetinibe adjuvante no CPCNP IB – IIIA com mutação EGFR após ressecção tumoral completa e quimioterapia adjuvante quando indicada.</p>
<p>ADAURA é um estudo global, multicêntrico, fase 3, que tinha o objetivo de avaliar a eficácia e segurança do osimertinibe, um inibidor de tirosina-quinase de 3ª geração em comparação com placebo no cenário adjuvante de câncer pulmão não-pequenas células (CPNPC) estágio IB &#8211; IIIA completamente ressecados com mutação de EGFR.</p>
<p>Foram randomizados 682 pacientes, na proporção de 1:1 para receber osimertinibe ou placebo por até 3 anos. O endpoint primário foi sobrevida livre de doença (SLD) em pacientes com estágio de doença II-IIIA e os endpoints secundários foram incluir SLD na população global (IB-IIIA), sobrevida global, segurança e qualidade de vida.</p>
<p>Durante o Congresso ESMO 2022, foram apresentados os dados atualizados sobre a sobrevida livre de doença (SLD) e os padrões de recorrência da doença após 2 anos de acompanhamento do estudo ADAURA.</p>
<p>O osimertinibe no cenário adjuvante continuou a demonstrar benefício estatisticamente significativo em SLD com um HR de 0,23 em estágio II-IIIA (redução de 77 % no risco de progressão de doença ou morte no grupo do tratamento experimental). A SLP mediana foi de 65,8 meses para osimertinibe adjuvante e 21,9 meses no braço do placebo.</p>
<p>O benefício também se manteve na população all-comers IB &#8211; IIA com redução de 73% no risco de progressão de doença ou morte em todos os subgrupos analisados.</p>
<p>Houve melhora estatisticamente significativa da SLD no sistema nervoso central (SNC), manteve-se o perfil de segurança já estabelecidos e mais uma vez reforçando que o osimertinibe deve ser o tratamento padrão para pacientes com CPNPC estágio IB-IIIA com mutação de EGFR após a ressecção completa com ou sem quimioterapia adjuvante.</p>
<p>Dr. Marcelo Uchoa conclui que esses dados reforçam osimertinibe como tratamento adjuvante de pacientes com CPNPC ressecados, estágios clínicos IB-IIIA e presença de mutação do EGFR, pois o estudo tem embasamento para a utilização dessa estratégia de tratamento, e ainda demonstra a necessidade de testagem dos pacientes com doença inicial operada com intuito curativo, para que haja a possibilidade de oferecer o osimertinibe adjuvante a esses pacientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referência:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 – Abstract LBA47 – M. Tsuboi et al. Osimertinib as adjuvant therapy in patients (pts) with resected EGFR-mutated (EGFRm)stage IIB-IIIA non-small cell lung cancer (NSCLC): Update results from ADAURA. ESMO Annual World Congress – ESMO 2022</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Uma Nova Esperança no Tratamento do Câncer de Próstata Avançado no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[gabrielduran15]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2020 13:08:12 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A recente aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) da nova indicação de uso do medicamento Xtandi® (enzalutamida), produzido pela Astellas Pharma, marca um marco significativo no tratamento do câncer de próstata avançado no Brasil. Esta autorização destina-se especificamente a pacientes com câncer de próstata sensível à castração metastático (CPSCm) que não estão sendo tratados concomitantemente com docetaxel. Dada a prevalência do câncer de próstata no país, sendo o segundo tipo mais comum entre homens, essa novidade representa uma esperança renovada para milhares de pacientes enfrentando essa condição desafiadora.</p>
<p>A enzalutamida, o princípio ativo de Xtandi®, é um inibidor do receptor de andrógeno que desempenha um papel crucial no tratamento de várias fases do câncer de próstata. Antes dessa nova indicação, a enzalutamida já era aprovada para uso em pacientes com câncer de próstata resistente à castração, tanto na fase não metastática (CPRCnm) quanto na metastática (CPRCm). Com a inclusão do tratamento para CPSCm, Xtandi® se torna o primeiro e único medicamento oral aprovado pela ANVISA para abordar três estágios distintos do câncer de próstata avançado, ampliando significativamente as opções terapêuticas disponíveis.</p>
<p>A aprovação da ANVISA baseou-se nos resultados dos estudos de fase 3 ARCHES e ENZAMET, que demonstraram a eficácia e segurança do Xtandi® em combinação com a terapia de privação androgênica (TPA) em comparação com o placebo e outras terapias antiandrogênicas não esteroides. No estudo ARCHES, o uso de Xtandi® mais TPA reduziu o risco de progressão radiográfica ou morte em 61% em relação ao placebo mais TPA. Já o estudo ENZAMET atestou uma redução de 33% no risco de morte para pacientes tratados com Xtandi® em comparação com o controle ativo. Esses resultados não apenas reforçam a eficácia da enzalutamida, mas também destacam seu perfil de segurança, que se mantém consistente com o observado em ensaios clínicos anteriores em CPRC.</p>
<p>A aprovação desta nova indicação enfatiza o compromisso contínuo da Astellas Farma Brasil em avançar no tratamento do câncer de próstata e reforça o papel fundamental da enzalutamida como um pilar no manejo desta doença complexa. A Astellas Farma Brasil, representante da Astellas Pharma Inc, sediada em Tóquio, Japão, é reconhecida por sua dedicação em melhorar a saúde global por meio da inovação farmacêutica, com foco em áreas terapêuticas chave como Urologia, Oncologia, Onco-hematologia, Imunologia e Doenças Infecciosas.</p>
<p>A incorporação de Xtandi® para o tratamento de CPSCm é um avanço significativo na luta contra o câncer de próstata avançado, oferecendo esperança e novas possibilidades para pacientes e profissionais de saúde no Brasil. Este desenvolvimento é um testemunho do potencial da ciência inovadora em transformar o cuidado e o prognóstico para pacientes com câncer de próstata, alinhando-se com a missão da Astellas de transformar avanços científicos em valor para os pacientes.</p>
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